segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Brincando de rimar

Sou como um rochedo.
Sou como uma grande fortaleza.
Guardo minha angústia em segredo.
Essa é minha única certeza.

Olho para o lado e não vejo ninguém.
Olho para frente e vislumbro apenas escuridão.
Sigo caminhando e vejo uma luz mais além.
Essa é a luz que me aquece e me traz o perdão.

Caminho.
Paro.
Caminho e paro.
Paulinho raro.
Para o raro caminho, Paulinho.
Caminho ou paro?
Caminho.
Paulinho.
Paulinho no caminho.

Sou forte.
Tenho um norte.
Não temo a morte.
Sou amigo da sorte.

Eu sou o rei sol.
Eu sou o rei mar.
Posso fazer tudo.
Posso até não rimar.
Mas não quero estragar esse texto.
É apenas uma brincadeira de amador.
Vamos interpretar o contexto.
Vamos sonhar novamente no Arpoador...


Boa semana para todos!
Let´s be strong!



"Eu posso ir onde eu quiser
Rabiscos em algum papel
Chegar bem perto das estrelas e tocar no céu
Sonhando eu posso ser um rei
Quem sabe até superstar
É só deixar a porta aberta pra ilusão entrar
Eu posso até falar com Deus
De noite em minha oração
E caminhar por entre nuvens feitas de algodão
Eu posso tudo que eu quiser
É só querer acreditar
Se eu fechar bem forte os olhos e quiser sonhar"

(Sonho Meu - José Augusto)

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