E a piada interna está aumentando.
Se antes eu não podia sair de casa, agora eu não posso nem mais acessar a internet.
Assim, fica difícil...rsrs
Tudo começou numa quinta-feira que prometia ser cansativa e monótona. Era tanto trabalho acumulado que eu achava que não ia dar conta.
Eis que surge um convite despretensioso de aniversário.
O que era para ser uma reunião simples transformou-se em um passeio pelo arco-íris em que a normalidade reinava calma e absoluta...
Será???
De qualquer forma, fiquei feliz. Reestabeleci contatos e abri possibilidades futuras.
Antes da festa, já tinha recebido notícias chocantes. Como não é comigo, segui em frente...
Ah, grande sexta. Mais um dia normal?
Nada! Mais surpresas pelo caminho.
"Onde anda vc?"
Eu estou aqui. Sempre estou aqui. Estou ao seu lado. =)
Afim de um Magnum alemão. É possível?
Sábado chega e só penso em terminar a monografia.
Está tudo pronto. Quero dizer, assim espero...
Enquanto isso, dou uma chance ao acaso.
Novamente me surpreendo com o destino que superou minhas expectativas.
Será que é isso tudo mesmo? Será? Será?
E o fim de semana termina no domingo. Dia chato, preguiçoso.
Iniciado com alma renovada, leio notícias que já imaginava.
Maktub. Estava escrito.
Aumento o volume, esperando ouvir um bom sambinha.
E não é que no rádio estava tocando tango?
Não era a mesma música. Era mais acelerada, mais envolvente, mais "caliente".
Alerta vermelho! Alerta vermelho!
Volta a razão, mas sem deixar de lados as indiretas.
Quais são os objetivos dos filmes e das viagens?
Não sei. Vamos ver, vamos ver...
Mais uma semana se inicia.
O que me espera nesses dias?
Supresas? Pode ser.
Definições? Provavelmente...
Sou um cordeiro sendo vigiado pelo lobo mau. Você pode se disfarçar, mas você será sempre um lobo mau. É esse o problema...
Enquanto isso, não posso sair de casa, nem acessar a internet.
Moro numa ilha em que todos se conhecem.
É uma rede de conexões inimagináveis...
É a quadrilha que pede passagem...
Boa semana!
“João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.”
(Quadrilha - Carlos Drummond de Andrade)
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